Dez detentos da Penitenciária Central do Estado – Unidade de Progressão (PCE-UP), localizada em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), trabalham, diariamente, no plantio de hortaliças e verduras orgânicas produzidas no terreno da unidade penal. Os presos são responsáveis pelo plantio, colheita e processamento dos alimentos que são entregues prontos para o consumo. Essa atividade é possível por conta da parceria com a empresa JFO Alimentos Orgânicos, que contrata e qualifica a mão de obra prisional por meio de um convênio com o Estado. Em contrapartida, os presos recebem ao mês a remuneração de três quartos do salário-mínimo, além de diminuir a pena por meio do trabalho. A cada três dias trabalhados, um dia a menos da pena a cumprir.

E não para por aí, a penitenciária possui convênio com outras empresas e, por isso, consegue manter todos os presos ocupados. De acordo com declarações da diretora da PCE-UP, Cinthia Maria Mattar Bernardelli Dias, todos os presos que cumprem pena na unidade de progressão trabalham e estudam em tempo integral. “O objetivo é prepará-los ao máximo possível para o retorno e a vida em sociedade”.

Na semana passada, o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Anacleto Ortigara, foi conhecer as iniciativas, que pode ser ampliada para outras regiões do Estado. Uma solução que merece uma Salva de Palmas.