Para ajudar no combate do novo coronavírus, o Carrefour está disponibilizando aos seus clientes e colaboradores local adequado para a coleta de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). Os materiais têm sido usados atualmente para a proteção contra a doença. O projeto piloto foi iniciado há um mês no Hipermercado de Pamplona, em São Paulo, e foi ampliado recentemente para as unidades de Pinheiros e Osasco, na mesma cidade.

A iniciativa permite que máscaras de proteção facial e luvas descartáveis, além de papel toalha empregados com álcool na higienização de itens pessoais ou da operação das lojas, possam ser jogados fora. O descarte é feito em barricas de papelão, que são específicos para este tipo de coleta, instaladas na frente dessas lojas, exclusivamente com essa finalidade.

A ação garante que estes itens, considerados contaminantes, tenham uma destinação correta e segura, e não sejam descartados de forma errada no meio ambiente. O conteúdo coletado nas lojas será levado para incineração periodicamente. Como são peças baratas e eficazes para reduzir a transmissão da covid-19, as máscaras e luvas descartáveis têm sido produzidas, vendidas e distribuídas em grande volume. Mas, em geral, se trata de um resíduo tóxico e de longa duração

Segundo especialistas, a degradação de uma máscara desse tipo na natureza pode levar até 450 anos. As luvas, por sua vez, são feitas de polipropileno, material derivado do petróleo, não sendo, portanto, biodegradáveis.

“É importante lidarmos com os resíduos da pandemia. Essa nova coleta atende ao cenário atual e integra nosso pilar de economia circular e gestão de resíduos”, avalia Lucio Vicente, head de sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil. “O objetivo é preservar profissionais que trabalham diretamente nos processos de coleta de resíduos e evitar danos ao meio ambiente, já que esses EPIs estão sendo utilizados em massa e já podem ser observados até no fundo do mar”, completa.