A campanha ‘Legal pela Brasilândia’ começou em maio e tinha como objetivo alcançar R$ 1 milhão e ajudar as 10 mil famílias em vulnerabilidade que moram na região durante a pandemia do novo coronavírus. Em quatro meses, a ação ultrapassou a meta e contemplou 28 mil pessoas. A iniciativa foi organizada pela ONG Banco de Alimentos, o Instituto Stop Hunger e o escritório PLKC Advogados.

Até o fim de agosto, a ação arrecadou R$ 1.001.018,08 e as famílias receberam cartão alimentação no valor de R$ 100. Até agora, 7.202 famílias obtiveram o seu cartão e outras 2.808 estão em processo de cadastramento. A campanha recebeu contribuições de 358 pessoas e de 24 empresas de diversas áreas, escritórios e entidades de advocacia.

Os cartões começaram a ser distribuídos em junho para serem usados na compra de alimentos e produtos de higiene no comércio local. Uma das ideias era justamente ajudar também esses pequenos comerciantes, que também foram bastante afetados pela queda brusca de movimento em função do isolamento social provocado pela pandemia. “Atingimos o nosso objetivo, agora precisamos trabalhar para esse movimento da filantropia no Brasil se torne um hábito de todos nós em prol das famílias e pessoas mais vulneráveis. É um ato de cidadania”, avalia Priscila Pasqualim, sócia do PLKC Advogados, que tem um departamento voltado para a justiça social, o PLKC Solidariedade, do qual participam todos os seus integrantes, e de onde nasceu a ideia de abraçar a Vila Brasilândia.o pela pandemia.

O Instituto Stop Hunger forneceu os cartões sem qualquer custo, enquanto o cadastro das famílias e a distribuição assim como a prestação de contas ficou a cargo da ONG Banco de Alimentos. O PLKC Advogados deu apoio jurídico e suporte financeiro para que o Banco de Alimentos pudesse fazer essa operação por pelo menos três meses.